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Ter, 10 de Maio de 2011 23:30

 

Engenheiros produzem gasolina baseados em mistura de ar com água

Um grupo de engenheiros britânicos conseguiu produzir gasolina de uma forma absolutamente diferente. A equipe se baseou na mistura de ar com água. Ainda é só uma experiência, mas muito importante nas pesquisas para reduzir o aquecimento do planeta.

A chaminé funciona ao contrário: em vez de expelir gases poluentes, ela suga da atmosfera dióxido de carbono, o principal ingrediente do novo combustível. A fórmula também conta com outro produto natural e abundante: a água. O resultado é uma mistura explosiva.

Até ontem o combustível que move o motorzinho da motoneta simplesmente não existia: era apenas água e ar. Em 24 horas de processamento dentro de uma pequena usina no interior da Inglaterra, o hidrogênio extraído da água e o gás carbônico capturado do ar viraram metanol, que por sua vez foi transformado em gasolina. A grande vantagem é que os motores, como o da motoneta, são convencionais, não precisam ser adaptados para funcionarem com o novo combustível.

O cientista e diretor da empresa que desenvolveu a fórmula explica que, por meio de um processo conhecido como eletrólise, eles separam o oxigênio do hidrogênio. Paralelamente, no pé da torre de captação, existe um minirreator que separa o dióxido de carbono encontrado no ar que respiramos.

“Não fizemos nenhuma mágica”, diz o responsável pela produção de combustível. “A tecnologia já era conhecida há muito tempo. Nós apenas descobrimos como misturar os ingredientes na proporção certa.”

O resultado é impressionante. Os inventores admitem que em pequena escala o processo ainda é caríssimo. Um litro de gasolina feito de água e ar, por enquanto, custa R$ 20. Mas em larga escala, pode se tornar competitivo. Vários investidores já se prontificaram a financiar a produção em massa. O plano prevê o abastecimento de carros com gasolina feita de água e ar a partir de 2015.

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Origem do sinal arroba

De onde vem o misterioso sinal @, a que os portugueses chamam «arroba», os norte-americanos e ingleses «at», os italianos «chiocciola» (caracol) e os franceses «arobase»? Porque razão foi ele escolhido para os endereços de correio electrónico? Na verdade, não conhecemos ao certo a origem deste misterioso símbolo. Nem estávamos preocupados com o problema, até que ele começou a entrar no nosso dia-a-dia e foi preciso arranjar-lhe uma designação.

A princípio, os portugueses chamavam-lhe «caracol», «macaco» ou outro nome claramente inventado. Depois, houve quem reparasse que a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira dizia tratar-se do símbolo de arroba, pelo que esse nome pegou.

Que terá a arroba a ver com esse sinal? Não se sabe ao certo, mas há pouco mais de um ano, o investigador italiano Giorgio Stabile descobriu um documento veneziano datado de 1536 onde esse símbolo aparecia. Estava aí a representar ânforas, utilizadas como unidades de peso e volume. Posteriormente, num vocabulário Latim-Espanhol de 1492, Stabile encontrou o termo «arroba» como tradução castelhana do latim «amphora». A ânfora e a arroba, concluiu o investigador italiano, estariam na origem da estranha letra retorcida.

O encadeamento dos factos é fascinante, mas há pontos obscuros. A palavra «arroba» não tem qualquer relação com «ânfora», pois vem do árabe «ar-ruba’a», designando «um quarto» ou «a quarta parte», como se aprende no Dicionário Etimológico de José Pedro Machado. Trata-se de uma unidade de peso que equivale a 14,788 quilogramas e que habitualmente se arredonda para 15kg. Podia ser que uma ânfora cheia de vinho tivesse esse peso, mas a semelhança fica por aí.

No século XVII o mesmo símbolo reapareceu, mas com outro significado. Utilizava-se para abreviar a preposição latina «ad», que significa «para», «em», «a», e que se usava para introduzir os destinatários das missivas. Condensava-se o «a» e o «d», num único carácter. É a chamada ligatura. O dicionário brasileiro Aurélio diz que ligatura é a «reunião, num só tipo, de duas ou mais letras ligadas entre si, por constituírem encontro frequente numa língua». Nesse mesmo dicionário da língua portuguesa confirma-se o símbolo @ como abreviatura de arroba.

O misterioso @ continuou a ser utilizado até ao século XIX, altura em que aparecia nos documentos comerciais. Em inglês lia-se e lê-se «at», significando «em» ou «a». Quem percorra as bancas de fruta ou os mercados de rua norte-americanos vê-o frequentemente. Os vendedores escreviam e continuam a escrever «@ $2» para significar que as azeitonas se vendem a dois dólares (cada libra, subentenda-se). Para eles não se trata de nenhuma moda: sempre viram aquele símbolo como a contracção das letras de «at».

Na máquina de escrever Underwood de 1885 já aparecia o @, que sobreviveu nos países anglo-saxónicos durante todo o século XX. O mesmo não se passou nos outros países. No teclado português HCESAR, por exemplo, que foi aprovado pelo Decreto-lei 27:868 de 1937, não existe lugar para o @. Por isso, quando o símbolo reapareceu nos computadores, ele tinha já um lugar cativo nos teclados norte-americanos, por ser aí de uso frequente. Nos nosso teclados só foi acrescentado nos anos 80 e encavalitado noutra tecla: é preciso pressionar simultaneamente Ctrl+Alt+2 ou AltGr+2 para o fazer aparecer.

Quando o correio electrónico foi inventado, o engenheiro Ray Tomlinson, o primeiro a enviar uma mensagem entre utilizadores de computadores diferentes, precisou de encontrar um símbolo que separasse o nome do utilizador do da máquina em que este tinha a sua caixa de correio. Não queria utilizar uma letra que pudesse fazer parte de um nome próprio, pois isso seria muito confuso. Conforme explicou posteriormente, «hesitei apenas durante uns 30 ou 40 segundos… o sinal @ fazia todo o sentido». Estava-se em 1971 e esses 30 ou 40 segundos fizeram história, mas criaram um problema para os países não anglo-saxónicos. Não foi só nos teclados, foi também na língua.

Em inglês, « Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. » entende-se como «Charles em aol.us», ou seja, o utilizador Charles que tem uma conta no fornecedor AOL, situado nos Estados Unidos. Mas em português não soa bem ler « Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. » dizendo fulano-arroba-servidor.pt. Nem tem muito sentido. Mas qual será a alternativa? Uma solução seria seguir o inglês e dizer «at». Outra ainda seria dizer «a-comercial», como nos princípios do século XX se chamava a esse símbolo no nosso país. Talvez o melhor fosse utilizar «em». Mas haverá soluções mais imaginativas. Quem quiser gastar o seu latim pode proclamar «ad», rivalizando em erudição com o mais sábio dos literatos. Ou surpreender toda a gente, anunciando uma «amphora» no seu endereço.

 

Aeroporto de Viracopos

Você sabe por que o aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas, interior de São Paulo, tem esse nome?

Segundo o Prof. Luiz Antonio Sacconi, em seu livro NÃO ERRE MAIS! (8.ª edição, São Paulo, Editora Ática, 1986, página 139), Viracopos tem esse nome porque surgiu do fato de estar localizado num bairro de Campinas onde se localizaria a zona de meretrício, local de baderna, arruaça e bebedeira. A conseqüência disso, segundo Sacconi, eram mesas jogadas ao ar e copos virados todas as noites. Iniciada a construção do aeroporto, comentava-se, em tom de galhofa, que o bairro iria ganhar mais um virador de copos (pelos deslocamentos de ar que os grandes jatos iriam provocar). Por causa disso, o aeroporto internacional de Campinas ganhou esse nome: Viracopos.

Fonte: Lições de Português

 


Última atualização em Qua, 05 de Dezembro de 2012 21:01